Pra começar, bem vindo(a) ao mundo dos graves.
Você está entrando no lado negro da força...
Poucas pessoas entenderão seu ofício, mas todos sentirão sua falta quando você não cumpri-lo.
Ser baixista é saber a hora de não tocar...
É saber como se apequenar para que o colega músico cresca. É saber administrar o ego, ter controle.
É entender a respiração de uma música, entender que quem vai dar o ritmo pra o público dançar é o baterista, mas a você, baixista, cabe fazer com que as pessoas tenham vontade de dançar.
Você é a linha de costura desse emaranhado de tecidos que se chama A Arte da Música.
Ser baixista é ficar colado junto do pianista, seguindo seu dedo mínimo esquerdo pra saber que nota tocar numa gig que surgiu de última hora.
Ser baixista é entender perfeitamente o que a abstrata palavra estrangeira "groove" significa, enquanto o professor de Inglês te diz que é sulco, ranhura...
Ser baixista é sonhar com som de preto, com raiz africana, é ouvir percussão de rua e se emocionar.
Ser baixista é tocar Reggae com o polegar e mesmo ficando vários segundos sem dar uma nota saber que seu instrumento é o mais importante da banda.
Ser baixista é escutar Jaco e sair correndo pra comprar um fretless. É escutar Marcus Miller e sonhar com um Fender 77...
Ser baixista é procurar vídeo do Anthony Jackson na internet durante semanas até achar um, e assisti-lo todos os dias durante anos.
Ser baixista é saber quem é Sizão Machado, Luizão Maia, Arthur, Mariano. E também é chorar a morte do Nico...
Ser baixista é escutar Patitucci e saber que ele também chora a morte do Nico em cada nota da sua arte.
Ser baixista é explicar com paciência, pela milionésima vez que você não toca guitarra de 4 cordas.
Ser baixista é carregar ampli pesado e não desistir, é tocar no click, é estudar horas de madrugada...
Ser baixista é pegar uma guitarra e tocar normalmente, e rir quando um guitarrista pega seu baixo e não dá uma nota.
É sentir dor também nos dedos, nos pulsos, anti-braços, tendões... No ombro, costas, pernas... É sentir dor no ego e esperar passar.
Ser baixista é chegar ao fim do show cansado, mas com a sensação de dever cumprido por ter trazido alegria aqueles corações...
Seja um(a) baixista meu(a) amigo(a), você não vai se arrepender...
Alex Costa
Alex Costa
Administrador do Forum Contrabaixo BR
http://bass.forumeiros.com/
A Banda Black Rio começa a dar sinais de vida durante a segunda metade da década de 70. Nessa época havia um movimento natural que estava surgindo: musicalmente ligava o soul ao samba, mas não foi um movimento restrito apenas à música. Tinha uma gama de variedade enorme de nomes: Black Power, Soul Power, e o mais famoso, Black Rio.
O local onde ocorria esses eventos era no Rio de Janeiro, na Zona Norte, nos morros, nas favelas e nas escolas de samba. Lá, o movimento Black Rio se estabeleceu e criou raízes, nos bailes dos fins de semana, que se tornaram muito frequentados, muitas vezes até aconteciam nas quadras das escolas de samba. Quem ia para esses bailes? Muitas pessoas, essencialmente negros que, influenciados pelo Civil Rights Activism da América do Norte, absorviam e transformavam essa nova postura para a nossa realidade brasileira.
Para dar impulso a essa doideira, a gravadora Warner estava se estabelecendo no Brasil, e queria criar uma banda que fosse a pioneira deste movimento; então eles contactaram o saudoso Oberdan Magalhães, um experiente e renomado saxofonista, que aceitou de cara o desafio formando a Banda Black Rio. Nascido e criado em Madureira (Zona Norte do Rio de Janeiro) era primo de Silas de Oliveira (grande compositor de vários sambas enredo e um dos fundadores da Escola de Samba do Império Serrano) e afilhado de Mano Décio da Viola (outro grande nome do samba) tinha, portanto, a tradição do samba na família além de outros conhecimentos musicais também.
Muito influenciado por Pixinguinha como por Coleman Hawkins, grande admirador de Cartola e Stevie Wonder, levou adiante seus planos de fusão musical para os clubes noturnos do Rio, onde começou a tocar aos 15 anos de idade. Estudante de Paulo Moura, grande mestre brasileiro do saxofone, ingressou no grupo Impacto 8, onde começou a delinear o que mais tarde se tornaria o som da Banda Black Rio. No Impacto 8, Oberdan reuniu músicos como Raul de Souza e o baterista Robertinho Silva, tocando uma mistura, ainda na sua fase inicial, de soul, jazz e samba. A partir daí juntou-se ao pianista Dom Salvador e o grupo Abolição, onde conheceu alguns dos músicos que fizeram parte da primeira formação da Banda Black Rio, como o trompetista Barrosinho, o trombonista Lúcio e o baterista Luis Carlos. Entre shows e sessões de gravação, conheceu o guitarrista Cláudio Stevenson, o baixista Jamil Joanes e o pianista Cristóvão Bastos. Foram com esses músicos que ele formou o grupo Rio 40 graus.
Quando veio, na ocasião, o telefonema da Warner, Oberdan chamou seus colegas que, nesta época, estavam tocando em lugares diversos. Oberdan, então, elaborou um trabalho musical que não somente era dançante como também misturava os grooves do samba e do funk com a musicalidade do jazz, com referência à gafieira. A banda, então, gravou três discos: o instrumental “Maria Fumaça” (1976), “Gafieira Universal” (1978) e “Saci Pererê” (1980) além de ter sido convidada a participar de outros discos como o de Luiz Melodia e Caetano Veloso, este último gravado ao vivo chamado “Bicho Baile Show”.
A banda continuou fazendo shows no início da década de 80. Teve, porém, uma repentina interrupção devido a morte de Oberdan em um acidente de carro em 1984. Devido a esta interrupção, a banda ficou fora de atividade e só voltou depois de 15 anos através do filho de Oberdan, William Magalhães, pianista, tecladista, arranjador e produtor que trabalhou com vários artistas como, Gilberto Gil, Caetano Veloso, Gal Costa, Ed Motta, Marina Lima, Cláudio Zolli, Cassiano, Sandra de Sá, Milton Nascimento, entre outros.
William iniciou seus estudos aos 7 anos e cresceu em um ambiente extremamente musical onde não só frequentava os ensaios de seu pai como também participava das serestas de sua vó Yolanda, os ensaios da escola de samba do Império Serrano onde sua família participava ativamente e os almoços de domingo na Serrinha na casa de sua Tia Maria onde se preserva até hoje a tradição do jongo. Na adolescência estudou jazz e foi aluno da pianista Sonia Vieira e aos 18 anos começou a tocar com Gilberto Gil participando de várias tournees internacionais. Em 1996 foi premiado pela APCA como melhor arranjador, pelo seu trabalho realizado no disco “Registros à Meia–Voz” de Marina Lima. Ainda na da década de 90, William começou a pesquisar o trabalho da Banda Black Rio e estudou os esboços e as poucas partituras deixadas por seu pai.
Os arranjos de metais e as batidas que misturavam samba com outros ritmos sempre foram a marca registrada desta banda. Em 1999 a banda estava montada novamente e então gravaram o disco entitulado “Movimento” em 2001 pelo selo Regata e foi premiada como melhor banda pop rock em 2002 pelo prêmio Caras – antigo prêmio Sharp. Este disco foi lançado em Londres pelo selo Mr. Bongo em dezembro de 2002 com algumas faixas remixadas por grandes nomes da música Londrina, como Fase Action, entre outros. O título deste CD na Inglaterra é “Rebirth”, que traduz precisamente este momento de renascimento.
Vale a pena dar uma conferida nestas raridades:
BANDA BLACK RIO (ORIGINAL) 1981 NA BAIXA DO SAPATEIRO
BANDA BLACK RIO (ORIGINAL) 1981 - CRAVO E CANELA
BANDA BLACK RIO (ORIGINAL) 1981 - CENTRAL DO BRASIL
Você já imaginou uma escola de samba sem o cavaquinho? Ficaria estranho, pois ele faz parte da história do samba, é um dos instrumentos de cordas mais usados no samba, sempre foi tocado nos grupos exclusivamente pela ala masculina dos sambistas.
O vontade de algumas mulheres de tocar cavaquinho não é de hoje, se observar-mos um pouco a história do samba iremos encontrar nomes de peso de mulheres que tocam esse instrumento, dona Ivone Lara, entre tantas outras.
O dedicação e o amor à música popular brasileira e a vontade de tocar cavaquinho, levaram a Aline de Farias Lopes da Silva, ou Aline do Cavaco, como é mais conhecida, a conciliar três habilidades em sua vida: tocar cavaquinho, cantar e compor.
Não existe sucesso sem disciplina e profissionalismo. Seguindo essa máxima, Aline decide-se profissionalizar-se, habilitando-se pela Ordem dos Músicos do Brasil, em 2002 e desde esse ano Aline vem executando atividades profissionais relacionadas a música.
O talento de Aline não para por aí, além do seu instrumento, cavaquinho, a garota teve outras experiências como free-lance tocando banjo, violão e guitarra, em shows e gravações comerciais.
De trabalhos de repercursão, Aline teve a oportunidade de tocar com cantor Belo X em 2004 e 2005. A outra foi participar de uma banda de forró pé-de-serra intitulada Karolinas com K (2005 e 2006).
Hoje, Aline do Cavaco está em carreira solo, desenvolvendo um trabalho puramente autoral.
NA ESTRADA:
SAMBA MARCA O ENCERRAMENTO DA FEIRA MULHERES TECENDO A ECONOMIA SOLIDÁRIA
Lu Streithorst
Aline do Cavaco encerrou a Feira com festa
Encerrando a feira "Mulheres Tecendo a Economia Solidária", realizada mensalmente pela Coordenadoria da Mulher, nesta sexta-feira (6), às 11h30, os funcionários municipais puderam conferir a apresentação da cantora Aline do Cavaco, no térreo do edifício sede da Prefeitura do Recife. O show foi uma iniciativa da Gerência de Música da Fundação de Cultura Cidade e faz parte do projeto “Tecendo Arte”. Segundo a gerente de Música, Débora Nascimento, a atividade dar visibilidade ao trabalho realizado pelos artistas da cidade.
Artista - Aline começou a sua carreira em 2002 e vem desenvolvendo diversos projetos musicais, envolvendo, além do cavaco, outros instrumentos, como banjo, violão e guitarra, em shows e gravações comerciais. “Gostei bastante da oportunidade de me apresentar para o público da Prefeitura. Os artistas precisam de iniciativas como essas que valorizem o seu trabalho”, disse. A cantora, que já tocou com o veterano sambista Belo Xis e a banda Karolinas com K, subiu ao palco com seis integrantes e interpretou vários ritmos como o forró, sem esquecer seu principal alvo, o samba de raiz.
Kika nasceu na cidade angolana de Benguela, a 2 de Junho de 1973. Criada no seio da família paterna com algumas tradições musicais, recebeu uma educação europeia. O pai e o avô de Kika pertenciam à banda "The Lovers", que muitas noites angolanas animou. Aos nove meses de idade veio viver com a familia para Portugal devido a conflitos políticos. A voz de Kika cedo se revelou e a sua carreira começou profissionalmente numa banda de bares no Algarve, onde residia. A vocalista frequentou ainda o curso Superior de Medicina dentária, em Lisboa. Na capital portuguesa foi ainda convidada para integrar os "Blackout" banda onde foi ganhando destaque como Letrista/Compositora para além de Vocalista principal. Durante o tempo que permaneceu na banda que a tornou conhecida do grande público, Kika. participou em alguns projectos musicais relevantes do panorama musical português e estrangeiro.
1992 - interpretou o tema "Free your mind" de Tó Ricciardi que integrou uma compilação de Dance Music portuguesa editada em todos os países da Europa e Estados Unidos. No mesmo ano, a convite de Carlos Martins, interpretou o genérico do filme "PAX" em pareceria com Filipa Pais.
1993 - Kika vai viver para Inglaterra onde trabalha com musicos e técnicos no "Southtields Music Project " em Leicester. Desenvolvendo o seu trabalho como vocalista, aceita desafios em várias áreas inclusive no hip hop de Dj Jess, onde interpretou o tema " Underground " e no house de Gary e Tony Robinson dando voz a "If´s up-to you..." .
1994 - Participação de Kika no projecto M.D.A. 1995 - Kika muda-se para Londres onde decorrem as gravações do 1º Album dos Blackout sob produção de Ernié Mckone, baixista da conhecida banda Acid Jazz - GALLIANO - tendo contado com a colaboração de alguns elementos da mesma banda: - Vallerie - Voz - Crispin - Percurssão - Nick - Bateria Foram outros os nomes da cena musical internacional que também trabalharam com Kika na gravação do referido album: - Micke Mcvoy - Soul to Soul - Jacko - Paul Weller - Vivienne Mckone - Tony Loby - The Specials - Tony Robinson - House Martins - Andy Price e Eddie Dublin - Sun Of - Arden - Carleen Anderson - Neil County, entre outros. Seguidamente Kika regressa a Portugal aquando da ediçao do 1º Album da banda. Torna-se conhecida do grande público quando, os seus temas começaram a rodar repetidamente nos rádios nacionais.” Os refrões cantados pela voz de Kika resultaram particularmente bem nos Verões consecutivos e tornaram-se suficientemente notados para provocar o interesse generalizado do público.”- in Púbilco. 1996 - Devido à sua forma de estar em palco, à sua- presença magnetizante, à sua atitude irreverente e claro, sobretudo ao timbre de voz, que lhe é muito peculiar, Kika é uma das nomeadas a voz feminina nacional na 2ª Edição dos Prémios Blitz, juntamente com Teresa Salgueiro, Dulce Pontes, Maria João e Viviene. 1997 - Participação da vocalista na gravação do album ao vivo dos "Santos e Pecadores" onde interpretou, em dueto com Olavo Bilac, o tema "Quando se perde alguém". Gravação para a qual foram também convidados Paulo Gonzo e Marta Dias. No mesmo ano Kika dá voz, também em dueto, desta vez com Sam, ao genérico da série juvenil - Riscos,- onde também teve uma participação pontual como actriz ao lado de nomes consagrados do cinema português entre os quais: Diogo Infante, Alexandra Lencastre, Ana Zanatti, Virgílio Castelo, Rogério Samora entre outros. Em Março do mesmo ano, Kika recebe um convite da Expo98 para participar na rubrica "As Vozes", tendo como desafio a apresentação de um concerto seu, independentemente do projecto a que pertence (Blackout). Convidados para a mesma rubrica foram também: Paulo de Carvalho, Carlos do Carmo, Paulo Bragança, Nuno Guerreiro, Janita Salome e Sam. Entre as vozes femininas estiveram também: Teresa Salgueiro, Dulce Pontes, Maria João, Isabel Silvestre e Helena Vieira. Nessa altura, Kika reune um núcleo de musicos com os quais começa a trabalhar no reportório de inéditos a apresentar no já referido espectáculo. É então que tendo em vista o desenvolvimento da sua carreira a solo, a vocalista conjuntamente com Miguel Guia (ex DR SAX) e Hugo Novo começa o trabalho de composição baseando-se numa nova fórmula enquadrada na chamada música negra mas desta vez apostando em algo de mais ousado que navega entre vários ritmos da Soul. 1998 - Kika regressa a Londres para gravação do 2º album da banda "Blackout" e após a edição do mesmo, por uma questão de incompatibilidade de projectos, abandona a banda da qual é vocalista,mas promete-lhes a possibilidade de a conhecerem melhor com um trabalho mais adequado às suas intenções no mundo da música, às sas preferências e gostos musicais. A 9 de Setembro, com uma banda composta por 17 elementos e após um trabalho intensivo de composiçào, arranjos e ensaios sob a direcção musical de Miguel Guia, Hugo Novo e pela própria Kika, é apresentado na Expo98 o seu primeiro concerto a solo servindo de mote para a apresentação daquilo que será o seu disco. 2000-Ouro Azul "Ouro Azul" foi produzido por Jeff Taylor (nome reconhecido no meio musical norte-americano, tendo trabalhado com artistas como Michael Jackson, Janet Jackson, Sounds Of Blackness, Boyz II Men, Berry White, Patti Labelle, Terence Trent Darby, entre muitos outros é gravado nos Estados Unidos, nos Madjef Studio Inc (Minneapolis) e conta com a colaboração de diversos músicos, entre os quais se encontra Miguel Guia (ex-Dr. Sax) e Hugo Novo. Seguidamente ao arranque da sua carreira a solo, Kika decide explorar uma outra área soul desta vez um pouco mais jazzística (Loopless) que numa abordagem acústica se direcciona a um público, a palcos e a um mercado diferentes, perspectivando assim uma internacionalização. 2002-Foi um ano de algumas concretizações: Participação de Kika no projecto Shelter Av. onde dá a voz ao tema “Watergates” incluido na compilação showcase#2 com edição Nylon. No mesmo ano, a convite de Luis Leite e Alex Santos, Kika participa no tema Light Up My Cigarette. Participou no album de estreia dos Spaceboys ao cantar o tema In and Outter Space. Ainda em 2002 Kika inicia a gravação de um album para a editora independente Nylon/Offtherecord com o seu novo projecto “Loopless”. 2003-Edição do seu quarto registo discográfico com o álbum de estreia do projecto Loopless. Entre palcos ,e estúdios,, Kika leccionou canto numa escola de música privada. 2004/2006 – A par da Música que faz, e da concretização de novos interesses ,assume a produção audiovisual numa Agencia de Publicidade - A Brandia (Basement). 2006/2008 – Kika continuou a trabalhar na área publicitária. Estúdio Som de Lisboa, Addvoices e Ivity Brand Corp foram empresas onde desenvolveu esta actividade. Paralelamente, partcicipou em projectos de outros artistas: Sr Alfaiate; Composto de Mudança; Tora Tora Big Band e Mind da Gap foram alguns em que participou. Actualmente decorrem as gravações do 2ºalbum de Loopless. Entretanto, finalizada a sua 1ª colecção de pintura em acrílico denominada “ Art Beats From The Heart”, o single correspondente a este projecto que une pintura e música de sua própria autoria, encontra-se já nas playlists das principais radios nacionais.. “U Fill Me”é o som que marca o ínicio deste novo trabalho.
No final de 1968 na cidade de São Paulo, três rapazes: Paulo Fernandes,Oswaldo Malagutti e Helio Santisteban, haviam acabado de deixar a banda Wander Mass Group e pretendiam montar outro grupo que tivesse mais a ver com sua personalidade musical
Convidaram então o amigo Wagner “Bitão” Benatti, experiente guitarrista e vocalista (autor inclusive da música Tijolinho - um dos grandes sucessos da Jovem Guarda) que aceitou prontamente o convite e no início de 1969, mais precisamente no dia 18 de fevereiro, os quatro rapazes fizeram o 1o ensaio oficial da nova banda que ainda não tinha nome.
Pouco tempo depois um grande amigo dos rapazes que estava sempre presente aos ensaios - Marco Aurélio o “Lelo”, sugeriu o nome PHOLHAS, que grafado com “PH” ficava bem original e foi logo aceito com entusiasmo por todos sem restrições.
Em maio daquele mesmo ano a banda fez sua estréia tocando em bailes e rapidamente fixou-se como uma das melhores de São Paulo conquistando cada vez mais seguidores fiéis nas suas apresentações.
Com essa crescente popularidade era inevitável que o caminho natural das coisas fosse a gravação do 1o disco, o que tornou-se realidade em 1972 quando dois diretores da gravadora RCA Victor foram a um ensaio dos rapazes ficando impressionados com a qualidade instrumental-vocal e as composições da própria banda, que havia optado por cantar e compor em inglês, até porque na época a maioria da programação das rádios e TVs era de sucessos internacionais e a MPB não tinha a mesma força como atualmente.
Durante os anos que se seguiram foram muitos os álbus editados e em 2009 completando 40 anos ininterruptos de boa música, os PHOLHAS acumularam uma vasta experiência musical, colecionando vários discos de ouro, conquistando cada vez mais uma legião incrível de admiradores e firmando-se definitivamente como um dos maiores nomes do cenário “pop”, comprovado tanto nas gravações quanto nas apresentações que fazem por todo o Brasil e América do Sul e para comemorar lançaram o CD independente Pholhas - Forever (atualmente disponível somente nas apresentações) e o novo show “PHOLHAS – 40 Anos” que vem sendo aclamado pela critica como um dos melhores do gênero, tendo como destaque - alem das próprias canções, grandes “hits” dos “Bee Gees”, “Creedence Clearwater Revival”, “Elvis Presley”, “Rolling Stones” e é claro, uma bela homenagem à banda que foi a mais importante na carreira dos PHOLHAS: “The Beatles”.
LULLA BYE Formaram-se em 2003 e são neste momento uma das principais referências do pop/rock em Portugal. Desde a sua própria marca de bebida energética, aos temas inseridos em séries televisivas os LULLA BYE renovam-se constantemente.
2008 foi o ano de consagração desta banda do Porto com a edição do segundo álbum cujo vídeoclip do tema single “Gone (and we dance)” conta com a participação de estrelas de Hollywood como Joe Reitman (”A perfect storm”), John Hawkes (”American Gangster”) e Shannon Elizabeth (”American Pie”). O álbum “One Way” desta banda do Porto, saiu para as lojas a 29 de Setembro, mas a FNAC disponibilizou-o para pré-venda através da sua página na net www.fnac.pt . Todos os discos comprados por este meio foram autografados pelos músicos dos LULLA BYE. Em 2009 os LULLA BYE confirmaram o seu estatuto no panorama artístico em Portugal e são já a banda preferida da maioria dos jovens portugueses, sendo requisitada para os principais eventos musicais em Portugal e por toda a Europa.
Sabão Crá Crá é o nome de um projeto musical luso brasileiro que tem como objetivo reviver toda a alegria e magia dos “Mamonas Assassinas”.
A boa disposição presente em palco, bem como a apresentação e caracterização, são os pontos fortes na performance dos músicos, que nos trazem à memória todos os momentos deixados pela excelente banda que tão cedo se extinguiu, mas que se encontra tão presente em todos nós.
Sediada em Portugal esta banda faz em cada show, as delicias de todos aqueles que o assistem, imitando práticamente na perfeição a lendária banda brasileira.
Veja… Relembre e… Aplauda!
Integrantes da Banda:
* Mauro Coelho – voz principal. * Luís Santos – guitarra, violão e vocais. * Pedro Teixeira – baixo, efeitos e vocais. * Christian Souza – bateria e percussão. * Carlos Silva – teclado
É mais do que uma simples rádio, É uma comunitaria Livre. Localizada na cidade de Olinda - Pernambuco, no nordeste do Brasil. Toca todos os ritmos e estilos, priorizando a música local e regional. Operando diariamente das 07:00 às 00:00 horas (07:00 am às 12:00 am) Horário Local.
Nossos Artistas
Banda Flor de Liz (PE)
Formada em maio de 2007, é composta por cinco integrantes, com ideologias que convergem para um único ponto: profissionalização e reconhecimento de seu trabalho. Leia +
Banda Mákhina do Tempo - Anos 60 (PE))
Makina do Tempo teve início no dia 06/09/2000, com a proposta de reviverem a época de ouro da "jovem guarda", seguindo até a década de 70. Leia +
Artefato (SP)
Com apenas três anos de estrada a banda ARTEFATO vem se destacando na região de Campinas, Jundiaí e também em São Paulo. Leia +
Aline do Cavaco (PE)
A dedicação e o amor à música popular brasileira e a vontade de tocar cavaquinho, levaram a Aline de Farias Lopes da Silva, ou Aline do Cavaco, como é mais conhecida, a conciliar três habilidades em sua vida: tocar cavaquinho, cantar e compor. Leia +
Relato Consciente (PE)
Formada atualmente por Jailson, Paulo e Vinho (Vocais), Doideira (Percussão) e Beto (Dj), teve recentemente uma de suas músicas "Ator Principal" incluídas no CD Caldeirão Hip Hop Nacional Lançada pela SOM LIVRE e Luciano Hulk no Brasil e Paraguai. Leia +
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Dayana Cardoso, natural de Jundiaí-SP, traz para o grande e fiel público católico,um novo estilo de música para a Igreja, um estilo levado pelo pop/rock com influências do country americano. Essa mistura traz um som agradável que promete não somente tocar o coração de Deus, mas, também o coração dos homens.
A empresa Jacytan Melo Produções, já está agendando os eventos para 2009/2010, leve para sua cidade um de nossos artistas católicos: Ministério CristoBoys (República Dominicana), Banda Kerigmania (Floripa - SC), Marília Mello (SP), Tati Reis (Brasília-DF) eMinistério Alelluia (Maceió-AL), Dayana Cardoso (Jundaí-SP). Leve evangelização, muita emoção, aprofundamento cristão e entretenimento para toda família cristã católica.
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