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domingo, 6 de julho de 2008

ALMIR (Ave Sangria) de Oliveira


Uma das figuras mais importante da história da música pernambucana e que tenho maior respeito e veneração é o Almir de Oliveira. Posso dizer que ele é de uma geração que fez história na década de 70. Lançou um único LP da banda que hoje é muito disputado por colecionadores. O surgimento da Ave Sangria foi muito importante pela sua irreverência e musicalidade à frente de seu tempo. Inicialmente, o grupo foi formado por Almir, Marco Polo, Ivinho, Agricinho e Rafles. Naquela época de contracultura, o Drugstore Beco do Barato, bar localizado no centro do Recife, antigo TPN (Teatro Popular do Nordeste), era o cenário mais que perfeito para uma juventude que se descobria e contestava o poder político e a moral vigente. Foram batizados de Udigrudi.

Mesmo depois do fim do Ave Sangria, e lá se vão 30 anos, Almir nunca deixou a música de lado. Agora, em seu novo projeto, ele tem a companhia de sua esposa Niedja nos vocais, do neto Caio César, percussionista, além de outros músicos. As composições seguem a linha do rock ‘n’ roll, vício que ele não abandona. Mas Almir também flerta com ritmos como bolero, chorinho e maracatu (mistura, aliás, presente já em sua antiga banda). A irreverência das letras e a ousadia da juventude permanecem. Não é à toa que seu novo trabalho, intitulado “Quem não conhece Lolita, não conhece o Recife”, conta a história de um travesti que escandalizava a cidade nas décadas de 50/60.

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Foi aprovado pelo SIC municipal do Recife, o projeto para gravação de CD, agora em 2008. Almir já está com o bloco na rua, para realizá-lo. E no dia 26 de julho, Marco Polo estará fazendo show, com banda, e participação de Almir, no Pátio de São Pedro, à noite.

Assista ao vídeo de Almir de Oliveira | Blitz | Pernambuco
Almir de Oliveira | violão e voz
Breno Lira | Guitarra elétrica e voz
Ricardo Fraga | Bateria
Wellington Santana | Baixo elétrico e voz
Niedja Rodrigues | afoxê e voz
Caio César | Derbak



Ave Sangria -