Pesquisa personalizada

Jacytan Melo Produções_Atrações Exclusivas_2013/2014

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

O mais novo Clube de Pernambuco tem um nome: Samba

Janeiro de um novo ano chegou. Estamos literalmente em 2009 e com ele as expectativas de uma festa que encanta a todos: o Carnaval. Nós, que fazemos o Clube do Samba de Pernambuco inciamos um projeto onde procuramos levar o nome dos bons sambistas de nossa terra a todos que valorizam e gostam deste ritmo tipicamente brasileiro. Destacamos alguns dos nomes em Pernambuco, Arabiando (Grupo de Choro), Rodrigo Samico, Paulo Perdigão, Choro Brasil, Rui Ribeiro (fez um excelente trabalho ao lado de Naara Santos, no Projeto Tirando o Chapéu para Cartola), Arimateia, Adalberto do Bandolim,Karina Spinnely, Lucinha Guerra, Grupo Terra, Grupo Nosso Quintal, Marcos Cesar (bandolim), Seu Riba, Aline do Cavaco e D. Selma do Samba.

A nossa proposta é levar ao grande público, em forma de espetáculo, o nome do Clube do Samba de Pernambuco, em Casas de Espetáculos, Clubes, Mercados Público e áreas livres, após o Carnaval.

O CLUBE DO SAMBA DE PERNAMBUCO é um movimento musical que busca reviver a cultura afro-brasileira por meio dos ritmos do samba-rock, samba de raiz, samba de gafieira, funk, hip hop, groove, soul music entre outros. As danças de salão são o ponto de partida para o resgate de sua própria origem, do contexto em que foram criadas, das influências e transformações ocorridas ao longo do tempo nas diferentes manifestações. Com tudo isso, a proposta do Clube do Samba de Pernambuco contribui para difusão das danças de salão, bem como para a divulgação de toda a variedade musical desse universo.

Gafieira de Gente Bem

A Gafieira nasceu no samba. É desde a origem manifestação genuinamente popular. Teve seu auge no Rio de Janeiro, na Estudantina, no centro da cidade, que espalhou a dança e as orquestras de samba de gafieira pelo país.

São Paulo já teve grandes bailes, salões e orquestras que mantinham a cadência e impunham o respeito no salão. Porque, como Billy Blanco cantou, a gafieira tem um estatuto que prega a elegância e exige o respeito: “o ambiente exige respeito, pelos estatutos da nossa gafieira, dance a noite inteira, mas dance direito”.

Ao som da orquestra e do samba balançado dançava o homem de terno bem cortado , a moça bem vestida. Era dança de corpo colado e movimentos sincopados mas o estatuto respeitado. Dizia-se: o par requebra mas não quebra a regra.

Desde o início foram as grandes orquestras que popularizaram a dança e mantiveram viva a tradição do Samba orquestrado, com repertório de estilo, grandes “crooners” e alegria esparramada no salão.